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domingo, 28 de agosto de 2011

HOMENAGEM QUE RECEBI DA NANDA



POEMA QUE ME FOI DEDICADO
Tenho a alma perfumada
com a fragrância da nostalgia
Mora em mim esta saudade
uma jarra de liberdade
com flores de fantasia

Não confundam com tristeza
memórias de outros tempos
São todo o meu relicário
um mundo de sentimentos

Não posso mandar para canto
amores, lágimas e pranto
felicidade e resquícios de alegria
nem vivo no desencanto
apenas trago no peito
memórias de outros dias

Maria Fernanda Reis Esteves

Este poema é duma amiga querida, e por me TER SIDO DEDICADO ,o trouxe para o Orvalhos

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/comment_new.php?com_itemid=163186&com_order=0&com_mode=nest#ixzz16ckI1DDi
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

sábado, 25 de dezembro de 2010

PALAVRAS LEVA-AS O VENTO


















PALAVRAS LEVA-AS O VENTO


Ignoro onde me levam meus passos
Devo porventura desculpar a vida?
Como recuperar  se só restam traços?
Em boa verdade, me sinto perdida.
Rompo com a própria vontade
Sozinha com pensamentos a esmo
Deixo-me a rememorar com saudade
Para não me esquecer de mim mesmo.

O tempo amadureceu este sentimento
De prosseguir, de me apressar no caminho
Não vá acontecer meu desaparecimento
Numa noite breve, meu descaminho.
Já nem sei com rigor nada a meu respeito
Só sei que estou numa idade diferente!?
Se é dia ou crepúsculo, a hora a que me deito!?
Se muitos ou poucos os passos em frente.

Face ao desconhecido, a imaginação é que tece
Não é medo não, só mau pressentimento!
Mas a Vida já nem aquece nem arrefece!
«Palavras, palavras leva-as o vento».

rosafogo
natalia nuno

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

EM CÉUS DE POBREZA
















EM CÉUS DE POBREZA

Ouço no silêncio da noite, um ruído seco
O vento roubou-me a voz.
Levou-a a alguma viela, algum beco
Da minha terra, da terra dos meus avós.
Por lá ficaram os pássaros de vigia
E eu menina de pés imersos
Esquecida da fadiga
Olhos sem medo, vazia a barriga
Colhendo o sol do dia,
Fazendo versos.

Fiozinhos da nascente
Orvalhados de limpidez
Por lá me fiz gente
Madura de suor e altivez.

Este ruído seco, não me sai da cabeça
Provoca-me e eu parto sem freio,
Antes que a memória amadureça
E me visite a escuridão
Eu volto sim, minha terra ao teu seio
Colher papoilas e pão.

Hoje é dia de vendaval
O vento roubou-me a voz
Sou resto de temporal
Menina , trança, tristeza
Desato da vida os nós
Já fui pássaro de leveza
Na terra dos meus avós.

Fico à escuta de tudo e de nada
Nesta minha ingenuidade
Trago a infância atravessada
Na chama desta saudade.

rosafogo
natalia nuno

sábado, 4 de dezembro de 2010

AMOR














AMOR

Quem disse ou crê que o amor é só agonia?!
Amor é uma bela rosa com pétalas de emoção
São candidos os minutos ao amar-se dia a dia
É o madrugar dos olhos, saindo da escuridão.

Amor é uma chama ardendo, é puro incenso
É a dor real que não se vendo está presente!
É chama que ateia em delírio em fogo denso
Brasa  que dói  que se deseja de tão contente.

Assim quanto mais arde , posto que é chama?!
Mais inflama e não importa de amor morrer-se
Desejo na hora, coração sofrendo, assim se ama.

Ponte do amor à saudade, da saudade à agonia
Mais vale a ferida lenta do que amor perder-se!
Amor, sonho e emoção, entre um dia e outro dia.

rosafogo
natalia nuno

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

NÃO CONFUNDAM COM TRISTEZA














Tenho a alma perfumada
com a fragrância da nostalgia
Mora em mim esta saudade
uma jarra de liberdade
com flores de fantasia

Não confundam com tristeza
memórias de outros tempos
São todo o meu relicário
um mundo de sentimentos


Não posso mandar para canto
amores, lágimas e pranto
felicidade e resquícios de alegria
nem vivo no desencanto
apenas trago no peito
memórias de outros dias

poema de Nanda Esteves, que de gostar tanto
o trouxe para o ORVALHOS.Obrigada Nanda
me revejo inteiramente nele.









Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=163186&sms_ss=facebook&at_xt=4cf2e8a9161856dc%2C0#ixzz16hD4nrJD

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domingo, 21 de novembro de 2010

APENAS LEMBRANÇA!

















APENAS LEMBRANÇA!

Sabia que mais cedo ou mais tarde
Na solidão dos dias futuros
Haveria de soltar suspiros de saudade
Acendendo na memória, pedaços já escuros.
Nas horas de lassidão
Deixo-me esquecida do presente
Relembro imagens distantes
Esqueço do tempo os estragos
Fico ausente!
Na poeira do pensamento,
na leveza dos instantes
Deixo meus fantasmas amargos.

Do meio do nada
Surge a recordação em mim derramada.
Cada lembrança me traz o sorriso à boca
Cada palavra escrita é linguagem de criança
Lançada ao acaso, coisa pouca!
Apenas lembrança!

E as palavras ganham asas, são esperança
E me sinto eternamente viva.
A recordar...
As minhas raízes a que já não me posso agarrar
Mas às quais me sinto cativa.

natalia nuno
rosafogo

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

PARA ALÉM DO TEMPO












PARA ALÉM DO TEMPO


À Vida me agarrei por mais um dia
Contei segredos ao travesseiro
Chega a tarde e me põe sombria
A sós com lembranças d'algum dia
E o passado na memória por inteiro.

A fazer-me lembrar mais um ano
Perversa a Vida, me leva ao engano.

Sempre igual parecendo diferente
E sempre o sonho morrendo com a gente.

Quando tudo parece a chegar ao fim
Há uma raiz que não desprende
Um pressentimento d'outro tempo em mim
O acolher dum sonho que ninguém mais entende.
E é como se meu corpo de novo se tivesse erguido
Liberto do tempo e da idade
E em minhas palavras um sonho estremecido
Este sentimento que em mim se aninha a SAUDADE.



natalia nuno
rosafogo












QUIMERAS

Guardei os sapatos de cetim
E o vestido de levar ao baile
Juntei-lhe perfume de jasmim
Ficou na memória o xaile
Pobre do xaile e de mim!

Desvanecem-se os pormenores
A saudade é tudo o que resta
Dos bordados e bastidores
Dos meus primeiros amores
Quando a Vida era uma festa.

O futuro é corredor escuro
E o amor fogo que ardeu
E não há nada mais duro
Que na Vida o que se perdeu
Vejo-me ao espelho não sou eu
Já nem sei o que procuro.

Olhos às nuvens erguidos
Lembram mãos que se apertavam
Lembram os beijos furtivos
Os abraços que se davam
Cartas escritas se rasgavam

Mas já esqueci os motivos.

Tenho que dar ordem à Vida
O tempo é quem tem a culpa
De me trazer esquecida
Sem sequer me pedir desculpa.
Dor sem peso nem medida.

Tardava em adormecer
Amar era um trinta e um
Mas pior era não ter
Na vida amor nenhum.

Que importa!?Que me importa!?
O que lá vai é esquecimento
Trago a viagem já morta
Promessas leva-as o vento.

rosafogo
natalai nuno

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

QUE IMPORTA SE O INVERNO CHEGOU?












QUE IMPORTA SE O INVERNO CHEGOU?

Que importa se o Inverno chegou?
A Vida foi ontem mas também é agora
Que importa se o tempo passou?
Há sempre tempo para amar também nesta hora!
Há muita esperança em mim a acender
Ainda quero voar na largueza do céu
Das palavras minhas asas fazer
E voar neste sentir que Deus me deu.

Quero levar longe meu olhar de menina
Fazer do meu coração seara de trigo
Com papoilas rubras rompendo na neblina
Levar minha saudade e meu sonho comigo.

Nesta viagem onde é rainha a saudade
Levo também toda a vontade de viver
Hoje mora em mim a claridade
E sinto cá dentro o sangue ainda a bater.

Caminho de braço dado com a vida
Há muito que ficou para trás a Primavera
Me sangra ainda no peito me deixou ferida
Mas é o Outono que em segredo me desespera.
E neste Outono da vida que se colhe também
Toda a essência que em tempo se semeou
Se a Vida é o nosso maior bem
Que importa se o Inverno já chegou?

natalia nuno
rosafogo

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A MINHA MUSA












A MINHA MUSA

É minha musa a saudade
Por causa dela chorei
E logo depois mais tarde
Tive saudade e cantei.

Nostalgia me afaga a vida
Deixa embalar na esperança
Lembro a infância querida
E o riso solto de criança.

É minha musa a saudade
Tive saudade e cantei
E logo depois mais tarde
Por causa dela chorei.

Saudade da Mocidade
Saudade que não sarei
Na madureza da idade?!
Só a saudade cantarei.

Saudade exala o perfume
Das folhas do madrugar
Ela ouve meu queixume
Faz-me rir, faz-me chorar.

Na noite a saudade vem
Prende-se no meu cabelo
Eu e ela e mais ninguém
Sabe que ardo no seu gelo.


natalia nuno
rosafogo

terça-feira, 2 de novembro de 2010

TROVAS Á SAUDADE

















TROVAS Á SAUDADE

Minha saudade se cansou
De tanto me apoquentar
Com saudades dela estou.
Saudade...podes voltar!

A saudade disse-me adeus
E até a Vida já me voa!
Nestes versos que são meus?!
- De saudade canto à toa.

Por onde passo deixo aroma
Da saudade que anda no peito
Saudade com saudade é soma
- Desta saudade sem jeito.

- Já não encontro saída!
- Já toda eu me embaraço,
-Troca-me as voltas a Vida,
-E eu à Vida troco o passo.

- Mas se a saudade voltar!?
E me disser quem ainda sou?
O meu coração vai ter lugar
P'ra saudade que o abandonou.

natalia nuno
rosafogo

terça-feira, 26 de outubro de 2010

QUERO Á VIDA







QUERO Á VIDA

Às vezes fraquejo um pouco
Parece que a vida me escorrega
Espavorido o tempo, corre como louco
Indiferente, impassível já me pega.
Deito no papel este mal estar
E a vida se apazigua então.
Corro o ferrolho ao coração,
Deixo a saudade amainar.
Arranco a tristeza, desafio a solidão.

O destino prediz amanhãs sem brilho
O corpo vai dando sinais estou atenta
Quero à vida como uma mãe quer ao filho
Mas vai-se a côr, a vida fica cinzenta.
Há dias em que o meu céu é pardo pesado
E as palavras se baralham na mente
A voz se quebra num som magoado
Cai sobre mim um crepúsculo bruscamente.

Por mais que o tempo me desfolhe!?
O meu coração continua perseverante
Que sejam hoje as ultimas estrelas que olhe
Caminharei com sentimentos novos, confiante.



rosabrava.
natalia nuno

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

COMO NUM SONHO


















COMO NUM SONHO
Gosto de descansar no teu braço
Respirar o perfume da tua pele
Tornar-me rainha do teu espaço
Sorver da tua boca o mel.
Deixar instalar entre nós a quietude
Tu és o amante que meu coração elegeu
Dentro do meu peito vem a saudade amíude
Do primeiro beijo que minha boca sorveu.

Ideal amor que ainda ateia a fogueira
Deste grande sonho que se alevantou
O coração é criança rebelde sem fronteira
Nesta teia há muito que se enredou.
Meus olhos são estéreis sem os teus
E de nostalgia tristonhos, já sem cor
Abrimos os braços aos sonhos meus e teus
E assim vai correndo sereno nosso amor.

Na viagem dia a dia o coração a bater
As horas nos possuem, passa o tempo bem sei
Damos as mãos, nada nos fará temer
Sem ti, outro caminho não tomarei.

Há em nós uma vontade enorme de viver
Quando penso que já nada vale a pena?!
Vens tu, um mar de esperança me trazer
E, como num sonho me deixas serena.



rosabrava
natalia nuno


sábado, 23 de outubro de 2010

LINHAS TRAÇADAS













LINHAS TRAÇADAS

Traçadas estas linhas
Deixo-me entre a vigília e o sono.
A estas linhas que são minhas
Agora me entrego em abandono.
A Vida corre doce,
Com alguns acessos de nostalgia
Perco-me em pensamentos
E trago viva sempre uma agonia.
Nas pedras duma ruína?!
Se solta o queixume dos ventos
E nesta saudade minha
Minha alma se inclina.

Choro minhas horas perdidas
Sobre meu peito, a paz desponta
Horas de ilusões despidas
Chorando a vida,
A vida que vai a uma ponta.
Chorando o caminho,
Tentando desviar o espinho.

Esquecer as mágoas, procurar o prazer
E na saudade que ainda aparecer
Dizer-lhe que é cedo p'ra morrer.
Lentos os anos, não precisam de correr.

rosabrava

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

HORAS CINZENTAS













HORAS CINZENTAS

Finda o dia e no silêncio me enclausura
Silêncio, que me leva ao esquecimento
Murmura já a noite, murmura
Me chega o teu rosto, confuso, ao pensamento.

Cresceu o frio da tua ausência
Restou apenas a solidão
Sou pedra entre pedras, numa indolência
Abriu-se uma ferida em meu coração.

Partiste, já não viste!
A sombra desolada do meu rosto
O abandono sentido na noite deserta
Nem leste no meu olhar o desgosto.
E deixáste a saudade sempre alerta.

Neste refúgio, onde criávamos doçura
Resto eu, que já de mim me esqueço
Sepultada na noite continuo à procura
De encontrar o sonho, onde aconteço.
É simples o resumo duma vida
Espero o som da tua voz chegando
És a luz há muito perdida
Um mito que eu vou amando.

Meus olhos são a névoa dum dia cinzento
Nevoeiros caídos já sem remédio
Me envolvo no sonho só ele me dá alento
E me deixo folha extraviada, nestas horas de tédio.

rosabrava
natalia nuno






MENINA








MENINA

Lá vai a menina

A menina lá vai

Segue a sua sina

Olhai-a olhai!?



A menina já chora

Chora a sua sina

O amor foi embora

Chora agora menina.



O amor foi embora

Mas que triste sina!

Chora agora chora...

Lá vai a menina.



Olhai-a...olhai!

Lá vai a menina

Lá vai, lá vai

Segue sua sina.

O amor foi embora

Pobre da menina

Chora ela agora.



Olhai-a...olhai!

Lá vai a menina

Lá vai, lá vai

Cumprido a sina.



rosabrava



Um leve momento, olhando uma borboleta livre,

que volta sempre à mesma flor.

natalia nuno
rosabrava

domingo, 17 de outubro de 2010

SONHO e SAUDADE













SONHO e SAUDADE

Cai a noite negra insondável
E a minha Vida parece pairar
Num sonho desafiando a eternidade.

Sonho incansável!
Fecundado de saudade.
Do passado vale a pena lembrar.

Nesta noite cor de malva
O Mundo continua a avançar
Eu fico à janela do medo,
Da solidão a palavra me salva
Vou a Poesia exaltar
Neste tempo triste e ledo.

Há nuvens de tempestade
O escuro de breu, a noite caída
Visto-me da minha saudade
E serenamente fico criança adormecida.

A noite avança ribombam trovões
E eu sonho com jogo de infância
Como são belas estas minhas visões.

Neste poema em mim, preso à distãncia.
Pode até parecer loucura sem remédio
Mas a Vida sem sonho não passa de tédio.

Aproxima-se o renascer da manhã
Cai agora uma chuva miudinha
E as nuvens correm no seu afã
Eu ainda no horizonte desta saudade minha.
Fica o sonho mais nada...
Onde me invento ainda criança amada.



rosabrava

O ULTIMO SONHO













O ULTIMO SONHO

O sol me olha de frente
Deslizamos ambos para o ocaso
Sempre o morrer presente
Já da morte não fazemos caso.

Sempre o passado a insistir
Passado que deixou pégadas
Venho morrendo, sem minha boca se abrir
E as lembranças em mim já misturadas.
Lembranças que são utopia
O sonho que atravesso, e onde me gasto
E onde uma réstia de suspiros me alivia.
Aqui deixo meu olhar verde cansado
Mas deste sonho nunca me afasto.
Pois na verdade este é o meu fado.

Volto a sonhar os sonhos daquela idade
Tenho a ilusão estampada no rosto
E a mim se chega a saudade
Já não vejo o sol, é já sol posto.

rosabrava

ATALHOS DE MADRESSILVA


















ATALHOS DE MADRESSILVA
Deixo para trás a tristeza adormecida
Sonhei-me menina correndo solta
Numa manhã orvalhada e colorida
Girava o Mundo e eu girando à sua volta.
Sentindo-me leve como uma pena
Flutuando lentamente, serena.

Meus olhos ficaram verdes côr de feno novo
Brinco por atalhos de madressilvas ladeados
Minha gente olho e me comovo
Também sinto os cheiros doces dos silvados.

Lá sigo a escolher caminho
Saia agitada ao vento...
Agora ouço o canto dum passarinho
Lamentoso, vivendo em meu pensamento.

E assim vou rememorando a vida
Sonhando, vivendo um pouco aqui
Morrendo um pouco ali.
Sempre num cismar perdida.

Amanhece, minha alma fria de cansaço
Aclara o dia já sossego
Desta canseira já renasço!
E à vida de novo ganho apego.

roasabrava
natalia nuno





ZIQUEZAGUE DE FELICIDADE











ZIGUEZAGUES DE FELICIDADE


Pedaço a pedaço para preencher o vazio
À espera que a vida me acolha
Ajude a passar as horas, o tempo sombrio.
Guardo na memória, ziguezagues de felicidade
Pedaços que lembro com comoção
Com comovida saudade!
Do tempo, que abrigo ainda no coração.

Finjo que acredito que não parto assim
Trago aquela esperança não quero morrer
Que o Sol que me aquece, esse sim!
Morre todo o dia e volta a nascer.
E tudo o resto é um resto de pó
Sinto-me ainda como do dia «meio dia»!
Escrevo mil recados, assim não me sinto só
Um pouco mais de sol me bastaria.

E assim a vida é sempre mais acima
Não sei nunca como é, nem como vem
O caminho não muda e já pouco o anima
Ninguém tem como arrepiar caminho... ninguém.



rosabrava