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domingo, 17 de outubro de 2010

ZIQUEZAGUE DE FELICIDADE











ZIGUEZAGUES DE FELICIDADE


Pedaço a pedaço para preencher o vazio
À espera que a vida me acolha
Ajude a passar as horas, o tempo sombrio.
Guardo na memória, ziguezagues de felicidade
Pedaços que lembro com comoção
Com comovida saudade!
Do tempo, que abrigo ainda no coração.

Finjo que acredito que não parto assim
Trago aquela esperança não quero morrer
Que o Sol que me aquece, esse sim!
Morre todo o dia e volta a nascer.
E tudo o resto é um resto de pó
Sinto-me ainda como do dia «meio dia»!
Escrevo mil recados, assim não me sinto só
Um pouco mais de sol me bastaria.

E assim a vida é sempre mais acima
Não sei nunca como é, nem como vem
O caminho não muda e já pouco o anima
Ninguém tem como arrepiar caminho... ninguém.



rosabrava

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