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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

PARTIDA

Faleceu repentinamente o amigo Poeta jornalista brasileiro Júlio Saraiva amigo que sempre estimei,  ele me considerou também amiga, elogiando minhas simples palavras, e desabafando comigo através de mensagens, é portanto um dia triste, fui apanhada de surpresa tal qual a morte o apanhou a ele...

Ainda dia 18 deste mês concordávamos os dois que exageram na venda dos livros e nos pedidos de leituras daquilo que escrevem diáriamente, o que se torna cansativo e mais parece um site de mercadoria e de empurra...penso eu tal como ele pensava que as pessoas têm de ser livres, ler quem querem e o que querem...

Deixo aqui para recordá-lo enquanto andar por cá sua última resposta ao comentário que lhe fiz.


Julio Saraiva Natalia Nuno, não é, minha amiga. convidar para o lançamento, participar, acho importante. agora tem pessoas que transformam seus livros em mercadorias. acho que esse tipo de coisa vulgariza a obra e o autor também. beijo e saudade, minha boa amiga. j.

  • Natalia Nuno Retribuo o beijo...desejo tudo bom para si meu amigo... agora acrescento, até sempre amigo Julio Saraiva.

  • 2 comentários:

    PÈTALA disse...

    Olá Natália
    Nunca existem palavras certas para estes momentos. Todos dizemos o que podemos e com a melhor das intenções, mas a dor profunda só os que realmente amam a pessoa é que sentem a dor profunda, ou outros apenas podem tentar compreender! Mas existe uma coisa que sei; recordaremos sempre tudo de bom que vivemos com as pessoas que amamos ou nos relacionamos, e isso viverá eternamente dentro de nós! Esse será sempre o maior legado que nunca esqueceremos! Deixo a minha tristeza e solidariedade.
    Beijo
    João

    Natalia Nuno disse...

    Obrigada João, de facto perdi dois bons amigos nestes últimos tempos primeiro Denise Servignini, brasileira, mas para mim como irmã virtual, foram uns dias terríveis, graças a Deus que o tempo vai curando, agora este grande poeta que poucas vezes comentava fosse quem fosse, mas sempre que se dirigiu a mim, foi como quem me dava um empurrão, um ânimo que poucos tem a capacidade de nos dar, sempre a palavra certa no momento certo, conhecemo-nos no lusopoemas fazia anos, e assim de repente não foi fácil, uma notícia demasiado triste para muitos que o consideravam um dos bons poetas daquele site...mas a vida é assim, apenas o momento que passa, e nunca estamos preparados.

    Beijo João obrigada pela solidariedade.