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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

POEMA DO POETA BRASILEIRO JOSE SILVEIRA

POEMA DO POETA BRASILEIRO  JOSÉ SILVEIRA
 
 
ah se fossem ódios somente
a corroer o âmago da gente
desde que há humanidade.
outro mal tão voraz e vão
tal qual ele se faz flagrante
se deformado pela vaidade.
o infectado só se vê ‘mais grande’
é ego mor, altaneiro e pujante
reles ser a repudiar o ignorante.
tem apenas o regozijo solitário
nada e ninguém mais é importante
nas mãos; o troféu de intolerante...


Penso eu que este POEMA, feito com maestria,
é acerca da intolerância e perseguição de alguns (poucos), à escrita de outros que consideram menos letrados e contra os afectos que se geram entre quem escreve e quem lê no LUSOPOEMAS, querendo assim fazer a elitização do site.




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