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sábado, 8 de janeiro de 2011

DESTINO














DESTINO

Este tempo não dá tréguas,
nem descanso!
Sucedem-se noites e dias
Pouca é a subtância, já me canso
Revivo o passado em imaginação
as alegrias,
Sem esperança de vê-lo regressar
A amargura no coração
Exausta a ponto de parar.

Onde anda o céu cristalino?
A vida parece tempestade,
no encalço do destino.
Foi-se o sol a meio da manhã
Fez-se silêncio a meio da tarde.

Há quanto tempo caminho?
Avanço para o desconhecido
Ignoro onde me levam os passos,
nem adivinho...
Para trás sonhos e laços.
Por fim, o destino cumprido.

natalia nuno
rosafogo

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