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terça-feira, 17 de setembro de 2013

confidências...

 
 
 
Hoje o mar derramou-se sobre a areia num ímpeto de paixão, como se fosse um tapete voador e eu paralizei de espanto por tão grande afabilidade...
Confidenciou-me ao ouvido, que era apenas uma cena de ciúmes feita ao sol, que amargurado resolveu esconder-se, derramando algumas lágrimas, testemunha dessa humilhação resolvi, logo ali fazer um verso de amor e saudade, deixando deslizar a imaginação, v...
erso que o vento levou para outras paragens, para um lugar sem tempo nem memória, apenas imortalidade, verso tecido de sonhos insatisfeitos mas sem tristeza nem mágoa, assim o oceano tranquilizou e ficou só meu coração em silêncio com o calor do teu sorriso.

sábado, 14/09/2013
natalia nuno...
pequena prosa feita de mar, sol e saudade e duma memória que subsiste

2 comentários:

PÈTALA disse...

Olá Natália

O mar, esse eterno confidente nunca deixa indiferente a alma dos poetas! Quem dele se enamora ficará sempre com o coração mais leve, mais risonho!

Beijo

João

Natalia Nuno disse...

Olá João
O mar traz-me palavras que fazem meus versos correr, leio-as no movimento das ondas, nelas encontro a liberdade, ali esqueço a impureza do mundo e ao ouvir-lhe o murmurar é como se só eu e ele existissemos.

Beijo amigo com a minha gratidão.