
Formigas trabalham o dia inteiro
Limpando, carregando o celeiro
E eu libelhinha distraída...
Esvoaço, com medo da vida
Que me faça cativa...
Me estenda uma cilada
Me deixe de asas caídas
Ser e não ser... não ser nada!
Minhas palavras emudecidas.
No vaivém do vento
Andam lágrimas em desespero
Ânsia de ter livre o pensamento
E os sonhos? Para que os quero?
Já vou alargando o passo
Descalça sigo em liberdade
A terra vai apagando meu traço
Meus anos se queimaram na saudade.
Fico flor pendida a reviver
Saudade...tenho saudade!
Não me peçam para esquecer
Lembrar é minha felicidade.
natalia nuno
rosafogo
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1 comentário:
Obrigada Manuel, para ti também um óptimo fim de semana, fica feliz.
beijo da amiga
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