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domingo, 1 de abril de 2012

VENTURA GUARDADA















Andam no ninho
as pombas arrulhando
Enquanto o sol se desmembra no poente
E a lua já vem a caminho
Fileiras de estrelas chegando
E a solidão sem par entre a gente.

Abre-.se a noite e as trepadeiras
adormecem
Tudo nos deslumbra e passa
Tantas noites...que já se esquecem
do amor que nos enlaça.
E que há-de cumprir-se mais uma vez,
neste tempo que está a morrer
A ventura trará aos nossos corpos,
talvez
o prazer
e a beleza do viver.

rosafogo
natalia nuno

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