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quarta-feira, 20 de abril de 2011

SAUDADE DA SAUDADE



A minha graça de moça
O meu ar de menina
Não há quem me ouça
Já a saudade me mina!

A emoção, a saudade
São como sombras ou cortinas
Que me afastam da realidade.
São vazias esquinas
Chegam notícias  pelo vento
Num silêncio surdo
E eu acalento
Memórias que são já absurdo.

Vou longe na imaginação
Toda de branco e de véu
Rejubilo de emoção
Levada pelo meu pai...vou eu!

Numa alegria serena
É solene o momento
Doce alquimia,
Recordo a cena
As vozes, os cheiros a alegria
E meu pensamento
Tão próximo de tudo
Mas não passa de meditação,
imaginação,
tudo o mais é absurdo.

Tudo parece realidade
Mas é apenas saudade.

natalia nuno
rosafogo

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