o tempo dita-me a sua lei
põe sobre os meus ombros
o peso de sonhos angustiados
e os olhos de sombras
nublados
a nostalgia observa-me
escuta-me a alma
há dias que incendeiam a memória
e o último pensamento
onde havia sol, hoje é vereda
sem luz
aurora bela e triste
da minha vida passada
Abril era presença clara
e tu a primavera esperada
o passado não pode apagar-se
com minha inocência
aprendi a amar-te,
as minhas rimas ainda cantam
teu amor
sinto ainda na pele o sortilégio
desse sabor.
natalia nuno
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