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sábado, 1 de junho de 2013

loucamente me perco...



no âmago da memória
nem uma queixa
as lembranças são em cascata
nem a saudade me deixa,
e às vezes quase de alegria me mata.
assim minha sede é menos vilolenta,
me sacio na lembrança
e meu sonho é campo verde
onde sou girassol de esperança.

loucamente me perco
envelhece meu rosto pouco a pouco
sem parar...
e quando olho para trás
me encontro entre sombras e luar.
roçam meus dedos palavras apressadas
mas o coração dá horas pausadas.
alerta a imaginação...
em cada palavra o poema é explosão
continuo o caminho sozinha,
sou poeta doutro tempo, apaixonada
nesta poesia tão minha
que é pouco ou mesmo nada,
sigo segura
faço do tempo furtivo
uma aventura
e vivo...vivo!

natalia nuno
rosafogo



2 comentários:

PÈTALA disse...

Olá Natália

Quem se perde loucamente
Da vida, o melhor sabe tirar
Faz sorrir a alma de contente
E um coração louco, de amar!

A sensibilidade de uma alma em “alvoroço” que nunca se acomoda. Seus brados ficarão nas brumas do tempo! Ecoarão nos verdes campos que te viram nascer! Dos girassóis que beijam a luz do sol! A tua face!
Beijo
Pétala


Natalia Nuno disse...

Me emociono sempre com a sensibilidade das tuas palavras.
Escreves muito bem a tua prosa não fica a dever à poesia.
És uma pessoa delicada, sensível eu te admiro e admiro a maneira como nos entras a nós teus leitores e amigos, no coração.

Beijos